Os sete erros

Deus não tem religião         

 

 

Primeiro erro

Segundo erro

Terceiro erro

Quarto erro

Quinto erro

Sexto erro

Sétimo erro

Conclusão

Religião

 

  

O

 planeta anda muito conturbado. Quase todos reclamam de alguma coisa. Por toda parte testemunhamos a miséria, a fome, as guerras, as novas e velhas doenças, o terrorismo, o egoísmo, a violência, a insensibilidade, a corrupção, as decepções, as ilusões e o desespero dos que não mais se sentem capazes de enfrentarem a incessante labuta do dia a dia ante um quadro nem sempre esperançoso.

Todos esses ingredientes impregnam-se em nosso pensamento, diariamente, homeopaticamene, ao ligarmos o radio, a televisão, ao sairmos às ruas, ou mesmo ao conversarmos com outras pessoas, contribuindo vagarosamente para quebrar nosso ânimo, tornando-nos pessoas mais descrentes de um futuro melhor. O que está acontecendo com o nosso planeta? Será que o relacionamento humano sempre foi eivado dessas imperfeições e nós é que não estávamos prestando a atenção devida? Será que a globalização nos fez subitamente perceber que nossa dita civilização não é tão perfeita conforme supúnhamos?  Será que isso é tão somente um efeito indesejado da superpopulação?

É paradoxal que isso ocorra, tendo a Terra alcançado o hodierno grau de progresso técnico e científico. Nunca existiram tantas soluções disponíveis para remediar os males planetários. Então, porque o cenário descrito é tão desencorajador? Porque o comportamento da sociedade não progride no mesmo compasso do progresso material? A resposta é simples. Quase todos os males descritos podem ser creditados a sete erros principais cometidos pela imensa maioria dos seres humanos e que dificultam incomensuravelmente a vida planetária:

  • Primeiro. Não crer em Deus.

  • Segundo. Pensar que Deus professa uma religião e condena as demais.

  • Terceiro. Acreditar que só se vive uma vez. 

  • Quarto.  Temer o azar e apostar na sorte.

  • Quinto. Confundir separação entre Igreja e Estado com divórcio entre Religião e Política.

  • Sexto. Admitir o abismo que separa a Religião da Ciência.

  • Sétimo. Aceitar a disparidade entre a Religião e a Lógica.

É claro que a gama dos erros humanos não se limita a esse pequeno rol. Contudo, a influência desses sete erros é tão grande em nossas vidas que a eles pode ser creditada significativa parcela de culpa pelas mazelas descritas. Por isso, para os que ainda preocupam-se com o destino de seus semelhantes, é crucial discuti-los, mesmo recomendando a prudência que se deixe de lado o trato desses assuntos.

 

“É lícito evitar caminhos espinhosos, mas lembre-se: os mais floridos são os menos seguros. O arbítrio é livre, mas a escolha do que arbitrar depende das alternativas existentes que muito podem diferir conforme o percurso adotado”.

 ibatan

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