135 Perguntas

que NÃO querem calar!

 

 

A tática dos inimigos é fazerem cair no esquecimento. Então, desculpem, mas é preciso relembrar com quem

 estamos lidando neste pobre país dominado pela corrupção!

Quem tiver estômago que leia até o fim...
(algumas já caducaram, pois este escândalo foi em 2005)

Necessitamos das respostas para convencermo-nos que não vivemos na Ditadura do Estelionatariado!

 

A LISTA DA VIGILÂNCIA DEMOCRÁTICA

 por FERNANDES

1 – "No depoimento a uma das CPIs, o ex-deputado Waldemar Costa Neto afirmou que recebeu, realmente, 7 milhões para pagar campanha eleitoral do partido. Interpelado disse que em 30 dias apresentaria os recibos de fornecedores - comprovantes do destino da dinheirama. Pergunta à oposição: os recibos foram apresentados? Caso contrário caracteriza-se perfeitamente não o caixa 2 mas o desvio de dinheiro para outras finalidades. Não custa checar" (N.Azevedo, 08/02/06).

2 – “A mulher do Valério, que prometeu na CPI dar o número do telefone celular do marido, disse que ia pegar na bolsa depois e coisa e tal, foi embora e ficou por isso mesmo... [pura vigarice, não parece?] forneceu afinal o bendito número?” (Antonio Fernandes, 08/02/06).

3 – “Onde estão os papéis do Delúbio? Os cadernos e as pastas onde ele e sua secretária (como é mesmo o nome dela?) anotavam os repasses e os compromissos a serem pagos com "recursos não-contabilizados"? Alguém viu? Alguém requisitou?” (Augusto de Franco, 08/02/06).

4 – “Os bancos executaram a dívida do PT? O PT está pagando ou negociou com os bancos? Se o PT não pagou, Marcos Valério e Genoino estão sendo executados? Em que pé está o assunto?” (Lopes, 08/02/06).

5 – “Quando o Duda Mendonça assumiu que o dinheiro que recebeu no exterior servia para pagar também a campanha do Lula, o presidente da OAB disse que entraria com pedido de impedimento do presidente. Dai hoje leio no Estadão que quem o demoveu dessa idéia foram o Arthur Virgílio e o ACM. Sr. Presidente da OAB, o senhor nunca poderia ter se rendido a apelos de políticos. Onde está o respeito à LEI ? E o PT que não perde seu registro?” (Cathy, 08/02/06).

6 – “E as denúncias sobre o Ademar Palocci e seu envolvimento com caixa 2 em Goiânia juntamente com Pedro Wilson e a deputada Neide Aparecida (PT/GO)? Todo mundo se calou sobre isso, mas há processo no MP de Goiás” (Saramar, 08/02/06).

7 – “E os cartões que a Casa Civil pagou com notas frias? E as roupas do casal imperial que ninguém sabe quem paga? E empresa do LuLLinha?” (Eny Seidel, 08/02/06).

8 – “Será que exigirmos que as leis sejam cumpridas não basta? Confissões não são suficientes para, no mínimo, um processo na área competente? Há trocentas confissões que, suponho, sejam suficientes para abertura de processos. A lista é enorme, como todos sabem. O Genoíno não abriu mão de seus sigilos? O que foi (ou não foi) encontrado? A famosa entrevista em Paris não foi uma confissão?” (Mario, 08/02/06).

9 – “O que foi feito com a lista que o Deputado Paulo Pimenta (PT) pegou com o Marcos Valério na garagem? Não seria esta lista o embrião da tal Lista de Furnas? (Se não me falha a memória, a qtde de nomes listados é bastante próxima, uma da outra). E....Paulo Pimenta quebrou o decoro e ficou tudo bem?” (Gusta, 08/02/06).

10 – “Muito se falou de uma agência de propaganda chamada Matisse que pertence aos filhos de Jacob Bittar. Até agora ninguém investigou as relações desta agência com o governo. Ela detém polpudas contas” (N.Azevedo, 08/02/06).

11 – “E os tais dólares (da Indonésia?) denunciados pela mulher do Waldemar. Alguém checou?” (N.Azevedo, 08/02/06).

12 – “E os cartões corporativos? Quem pagou as despesas do Lula?” (Cris, 08/02/06).

13 – “Até hoje é nebulosa a historia do diretor de marketing do BB que mandou apanhar um pacote no banco, não sabia o que era (300 mil reais) e repassou o pacote para o PT de Brasília. Quem recebeu o pacote? Quando? Como? Para que era a grana? Onde está a comprovação de despesas?” (Lopes, 09/02/06).

14 – “Quem acompanhou, ainda que pequena parte do depoimento (finalmente!) da ex-secretária da prefeitura de Londrina, Soraya Garcia, à CPI dos Bingos pode constatar o esquema sujo implantado pela PeTralhada naquela cidade...depois, num simples exercício de projeção, projetar a bandalheira a nível Brasil. A secretária dá "nome a muitos bois" em seu depoimento... Zé "Harley Davison de R$ 90 mil" Dirceu, contribuição de R$400 mil vinda da Itaipu bi-nacional, etc. Confessou ter ajudado a "maquiar" os valores de forma a não serem registrados nas declarações à justiça eleitoral. Enfim, uma piscina de lama (porque o mar de lama é Brasília). Pergunta que não quer calar? Vai ficar por isso mesmo?” (Marcelo Gonçalez, 09/02/06).

15 – “Onde está a lista de visitantes da Granja do Torto requerida por ACM Neto, que poderia atestar a entrada de Delúbio e Marcos Valério? Será que deputado não precisa mais da informação?” (Márcio, 09/02/06).

16 – “Segundo o Painel da Folha de São Paulo de hoje, “pente-fino da CPI dos Correios encontrou 31 assessores do Congresso entre os nomes que aparecem nas quebras de sigilo do chamado "núcleo de Marcos Valério", que inclui contas de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao pagador do mensalão". Só? Onde está essa lista?” (Augusto de Franco, 09/02/06).

17 – “Na CPI do Mensalão, o deputado Paulo Pimenta (PT) tentou plantar uma lista com nomes da oposição beneficiárias de recursos (parece que era a mesma lista de Furnas) e foi descoberto pelo deputado Redecker. O PSDB prometeu que ia representar contra ele no Conselho de Ética. Que fim levou a representação?” (Swamoro Songhay, 09/02/06).

18 – “Cadê a proibição dos bingos prometida por Lula? Não era igual a prostituição infantil ou coisa assim? Houve ‘acordo’?” (Carlos Duarte, 09/02/06).

19 – “Colnaghi não recebeu pelo “empréstimo” do avião que transportou o ministro Palocci. É normal?” (Carlos Duarte, 09/02/06).

20 – “Por que os depoentes com algum indicio de envolvimento, sempre conseguem liminares que lhes permite se calar nas CPIs?” (Carlos Duarte, 09/02/06).

21 – “Por que a PF não atua, como no caso da Daslú, em relação aos acusados nas CPIs (pessoas físicas e jurídicas)?” (Carlos Duarte, 09/02/06).

22 – “De onde vem ou veio o dinheiro que tem sustentado o desempregado José Dirceu?” (Carlos Duarte, 09/02/06).

23 – “Como anda aquela operação de chantagem da oposição sobre o PT (ladrões se chantageiam, é normal), negociada em uma reunião das maiores lideranças do Congresso, reunião realizada em uma "sigilosíssima" sala do próprio Congresso, e que jamais foi (como não poderia ser...) desmentida?” (João Azevedo Fernandes, 09/02/06).

24 – “Por quê até hoje o escritório, computadores e documentos do Delúbio não foram alvo de qualquer tipo de ação da PF ou do MP? Ele já não confessou seus crimes?” (Márcio, 09/02/06).

25 – “E a confissão de Marconi Perillo (PSDB), governador de Goiás, de que alertou o presidente Lula, em maio de 2004, sobre traficâncias parlamentares (o popular "mensalão") empreendidas pelo então líder do PL na Câmara, deputado Sandro Mabel, da base de apoio do governo? Ninguém mais lembra? Por que Pedro Bial, quando indagou Lula se sabia do "mensalão", não perguntou sobre a confissão do governador? Tal confissão ficou somente numa carta enviada ao Conselho de Ética, no processo contra José Dirceu? Qual o teor da carta? Por que Perillo, por uma questão de decoro público e respeito ao povo, não vem a público e diz de viva-voz o ocorrido? (sublinho esta última pergunta, para que chegue ao governador) Ademais, foi essa confissão que desencadeou a confissão pública subseqüente da deputada Raquel Queiroz (PSDB/GO), no sentido de que realmente foi abordada por Sandro Mabel para trocar de partido e apoiar o governo Lula em troca de um mensalão de 30.000 reais e luvas de 1 milhão de reais” (Felipe Varella, 09/02/06).

26 – “Voltemos ao Roberto Jefferson. Ele confessa que recebeu não sei quantos milhões em dinheiro vivo. Colocou num cofre. Depois, distribuiu. Distribuiu para quem? Como? Para pagar fornecedores ? Cadê os recibos? Alguém investigou?” (Lopes, 09/02/06)

27 – “Não está na hora de convocar o Sr. Roberto Jefferson para depor nas CPIs?” (Carlos Duarte, 09/02/06).

28 – “E a Ágora? O que deu?” (Cris, 09/02/06).

29 – “E a história do cofre do PT, que teria sido esvaziado ou saído de lá pelos fundos?” (Cris, 09/02/06).

30 – “Antonio Palocci aceitou o pedido de demissão do presidente da Casa da Moeda, Manoel Severino dos Santos, que teria sido um dos destinatários de dinheiro do esquema do publicitário Marcos Valério de Souza, apontado com um dos operadores do chamado mensalão. Em depoimento à Polícia Federal a gerente financeira da SMP&B, Simone Vasconcelos, dissera que o diretório do PT fluminense tinha recebido R$ 2,67 milhões de Valério, dos quais R$ 2,07 milhões teriam sido destinados a Manoel Severino. Ele, que foi secretário do governo de Benedita da Silva (2002) e presidia a Casa da Moeda desde 2003, colocou seu cargo à disposição de Palocci, ao mesmo tempo em que negava ter sido beneficiado por dinheiro do publicitário. Manoel Severino afirmou também que a Casa da Moeda não tem contrato com nenhuma empresa que tenha contribuído para campanha eleitoral no estado do Rio em 2002. Manoel Severino foi um dos coordenadores da campanha de Benedita da Silva ao governo do estado. Em 2004, porém, a empresa suíça Sicpa Brasil, fornecedora de tinta para a Casa da Moeda, doou R$ 180 mil à campanha derrotada do marido de Benedita, o ator Antônio Pitanga, para a Câmara de Vereadores do Rio. Foi a única doação feita pela Sicpa na campanha do ano passado. A Casa da Moeda está sendo auditada por técnicos do Tribunal de Contas da União. Que fim levou a essa auditoria?” (Right, 10/02/06).

31 – “Por que para o Zé Dirceu valeram provas testemunhais e para outros investigados não valem? Quer dizer que o julgamento de Dirceu foi político (como devia ser mesmo, de vez que quem faz julgamento jurídico é o Poder Judiciário, cabendo ao Poder Legislativo pronunciar-se politicamente, desde que existam fundadas evidências) mas o mesmo não vale para Lula e para outros mensaleiros? Por que as oposições estão votando agora pela absolvição de integrantes da já tão reduzida listinha de indiciados (com base na falta de provas materiais - quer dizer, na desqualificação de provas testemunhais e circunstanciais - quando o mesmo argumento e o mesmo procedimento não foi adotado em relação a Dirceu)? Heim?!” (Augusto de Franco, 10/02/06).

32 – “Por que, depois do escandaloso depoimento de Duda Mendonça na CPI dos Correios, Lula só mandou tirar dele a conta publicitária da presidência da república e manteve as contas milionárias de sua agência na Petrobrás e no Ministério da Saúde? Por que não foi aprofundada a investigação sobre as relações de Lula/Roberto Teixeira/Cipriani, dono da Transbrasil?” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 10/02/06).

33 – “Além do governador de Goiás, Marconi Perillo, que revelou ter avisado Lula do mensalão, Roberto Jefferson também disse que, por duas vezes, denunciou o esquema ao presidente. Nenhum dos dois foi desmentido. Logo, Lula sabia. No entanto, sua defesa é dizer que não sabia e que foi traído. Por que ninguém explora mais isso?” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida,10/02/06).

34 – “Em relação ao caso Celso Daniel, a figura de um super empresário de transportes,um tal Baltazar, que seria o dono da maior frota do mundo, envolvido com bingos, foi citada. Cidinha Campos o denunciou. O seu cupincha era aquele que subornava e aterrorizava Santo André, o tal Ronan Maria Pinto. E então?” (Cris, 10/02/06).

35 – “Duda Mendonça, em depoimento à CPI dos Correios no ano passado, após admitir que recebera dinheiro do valerioduto via caixa 2 em paraíso fiscal no exterior, ao ser perguntado se trabalhara para Aloizio Mercadante na campanha ao Senado, respondera que a campanha deste já obtinha estrutura própria, sem maior necessidade de consultoria na área de marketing político. Mas afinal: foi ou não prestado algum tipo de consultoria, ainda que mínima? Pode-se alegar que não consta tal serviço nas contas de campanha. Ora, mas os 10 milhões pagos "por fora" também não constam! Portanto, houve ou não consultoria? Sim ou não (sem meio-termo)?” (Felipe Varella, 10/02/06).

36 – “Por que o deputado João Paulo Cunha (PT/SP) --- um dos acusados de sacar dinheiro da arca delubiana-valeriana ---, em setembro de 2004, na condição, portanto, de presidente da Câmara dos Deputado, foi tão rude com os dois jornalistas do Jornal do Brasil que publicaram reportagem sobre a existência de troca de dinheiro vivo por apoio no Congresso --- a primeira na qual se falou do "mensalão" ---, ameaçando-os com processo criminal? Por que o mesmo deputado, do alto de seu posto, não foi diligente em apurar denúncia tão grave, vez que consta que a investigação aberta na Corregedoria foi aberta num dia e concluída no dia seguinte, e ficou tudo por isso mesmo?” (Felipe Varella, 10/02/06).

37 –“Quem calou Marconi Perillo?” (Felipe Varella, 10/02/06).

38 – “No caso João Paulo Cunha contra JB, nenhum assessor informou a Lula da matéria em questão? (o JB, afinal, não é um jornaleco qualquer) Se soube --- e em considerando que não fazia o próprio parte do esquema mafioso ---, por que não ordenou à sua bancada no Congresso que passasse a denúncia a limpo, que não deixasse pedra sobre pedra?” (Felipe Varella, 10/02/06).

39 –“O jornalista Sebastião Nery (Tribuna da Imprensa, 10/02/06) conta o seguinte. "Esta semana, o jornalista Diogo Mainardi contou e documentou, na 'Veja', a cabeluda história dos R$ 3,25 milhões que a Telecom Itália sacou no Bradesco, em São Paulo, em nome de seu consultor Naji Nahas, foram levados numa mala para o Hotel Renaissance e "entregues a alguém que não era Nahas". Mainardi conta mais: "Da mesma forma, Daniel Dantas (da Brasil Telecom) deu R$ 8 milhões a Kakay (advogado), amigo do peito de José Dirceu e R$1 milhão a Roberto Teixeira, amigo do peito de Lula" (compadre). A semana passou e nenhum jornalão deu um pio sobre as quatro páginas da denúncia da 'Veja'. Era o governo tomando dinheiro de um lado e de outro. Pergunto: tais doações existiram de fato? Por que o silêncio da mídia (preconceito a Mainardi)?” (Felipe Varella, 10/02/06).

40 – “Por onde anda o processo contra a república de Ribeirão Preto? Por que Palocci até hoje, enterrado até o pescoço nos escândalos dos roubos em Ribeirão, sempre foi tratado a pão de ló nas CPIs? Quem ganha com essa impunidade aos crimes de Ribeirão Preto?”(Eny Seidel, 11/02/06).

41 – “Por que o Ministério Público, por seus procuradores, está tão tímido na devida apuração dos supostos atos de corrupção nascidos no atual governo federal? Ilusão de ótica? Ou será por que novas resoluções internas foram baixadas ordenando maior discrição pública quanto ao andamento (ou não-andamento) dos processos e denúncias, talvez ordenando sigilo em alguns casos (ou na maioria deles)? Por que os principais personagens do mensalão --- após o vazamento de fatos indicando "destruição de provas", "queima de arquivo" e reuniões secretas entre seus integrantes, para combinação de versões diversionistas e falsas --- não sofreram algum constrangimento físico legal, a fim de impedir construção criminosa de novos obstáculos à verdade, como a prisão preventiva? A propósito, o procurador Luiz Francisco de Souza aposentou-se?” (Felipe Varella, 11/02/06).

42 – “Porque a CPI não convoca o Sr. Nilton Monteiro que apresentou a tal lista de Furnas (ele sim, tem a obrigação de confirmar a veracidade desta)?” (Carlos Duarte, 11/02/06).

43 – “Por que a Polícia Federal demorou seis meses, após a denúncia de caixa 2 no PT, para apreender documentos e computadores na sede do PT? Ou seis longos meses não é tempo suficiente para a subtração de provas? A não ser que a culpa dessa morosidade resida ou no Ministério Público, por não formalizar pedido à Justiça, ou na própria Justiça, pela morosidade em decidir sobre eventual pedido. Afinal, a qual instituição deve ser dirigida a "culpa" pela demora naquela imprescindível diligência (imprescindível desde que ágil e surpreendente)?” (Felipe Varella, 11/02/06).

44 – “Por que deputados do PSDB votaram contra o relator que pediu a cassação do deputado Pedro Henry?” (Swamoro Songhay, 11/02/06).

45 – “Por que até o momento não foi investigada e esclarecida a denuncia da esposa de Waldemar Costa Neto acerca da doação de 2 ou 4 milhões de dólares oriundos do governo de Taiwan para a campanha lullista em 2002, cuja copia do cheque foi veiculada pela imprensa logo no inicio das denuncias de Roberto Jefferson? Por que não se apurou? A mulher foi chacoteada na CPMI dos bingos e na mídia e tudo ficou por isto mesmo? Qual o interesse, quais negócios foram feitos em troca desta doação tendo em vista a eleição de Lula da Silva? Tal como os dólares cubanos, quais benesses foram articuladas para a vitória de Lula?” (Samantha, 11/02/06).

46 – “Segundo a revista IstoÉ, "a CPMI dos Correios, que só agora mapeia o dinheiro da conta Düsseldorf, de Duda Mendonça, poderia ter tido acesso às informações três meses atrás. É o que mostra um e-mail, obtido com exclusividade por IstoÉ, enviado por Adam Kaufmann, da Promotoria de Nova York, a Antenor Madruga Filho, do Ministério da Justiça. Nele, Kaufmann afirma que teria recebido membros da CPMI no dia 9 de novembro se a reunião não tivesse sido cancelada pelo consulado brasileiro. Àquela altura, dizia-se no Brasil que os parlamentares não teriam acesso às informações de Duda, mesmo se fossem a Nova York. Agora, deputados da comissão querem saber de onde partiu a ordem para cancelar a reunião. E, mais especialmente, quem obstruiu as investigações". Então: quem cancelou a reunião?” (Augusto de Franco, 11/02/06).

47 – “E o Waldomiro? Em que pé está o processo contra ele? Ele é, afinal, culpado ou inocente?” (Augusto de Franco, 11/02/06).

48 – “E os encontros nos hotéis? Ninguém tem confirmações de quem passou por onde?” (Ricardo Amaral, 11/02/06).

49 – “E o caso das camisetas da Coteminas, gente? Muito se falou e depois se abafou. O PT pagou ou não? Foi doação ou o que?” (Cris, 11/02/06).

50 – “Por que não se apurou o caso da doação das FARC até o fim? Por que se abafou o caso em comissão do Senado, responsável pelo acompanhamento das atividades da ABIN? A Polícia Federal está no caso? Se está, por que tanta demora em se concluir o inquérito? O governo de Trinidad e Tobago também obstaculiza o acesso a contas bancárias e documentos naquele País? Se o relatório confidencial da ABIN foi desqualificado pelo próprio responsável pelo gabinete da segurança institucional da Presidência da República, para que existe, então, a ABIN?” (Felipe Varella, 12/02/06).

51 – “Palocci esteve ou não na casa das "festinhas do PT", alugada por Poletto? Para que Poletto alugou? Como um pé rapado daqueles pagou R$ 60 mil à vista pelo aluguel da casa? E as mesmas festinhas que foram organizadas por Marcos Valério em hotéis da cidade? Que fim tinham? Apenas diversão?” (Cris Azevedo, 12/02/06).

52 – “Roberto Jefferson afirma que recebeu R$ 175 mil da "lista de Furnas". Quando? Onde? Para que usou? A quem teria repassado o dinheiro? E os milhões que recebeu do PT e estariam no armário ou no cofre? Seu tesoureiro "informal" afirma tê-los guardado. Que fim teve esta dinheirama?” (Cris, 12/02/06).

53 – “E o legista Carlos Belmont Printes, morreu de que mesmo?” (Vânia, 12/02/06).

54 – “Como fica o sr. Gilberto Carvalho com todas as acusações que foram feitas pelos irmãos Daniel, continuará no alto cargo que lhe foi destinado pelo Lulla, desfrutando de todas as suas benesses e sem dar maiores explicações à sociedade?” (Ligia Godoy, 12/02/06).

55 – “Segundo Elio Gaspari, na Folha de hoje, no nota "PT da boquinha", "pode-se conviver com um ministro da Fazenda que usou um avião particular para ir de Brasília a Ribeirão Preto. É apenas uma pisada no tomate (com ervilha). Mais difícil é agüentar um ministro da Fazenda que trata como cretinos àqueles que acreditam no que diz. Aos fatos. Em julho de 2003, Antonio Palocci voou no Citation do empresário Roberto Colnaghi. Levou consigo o presidente do PT, José Genoino. Quando a impropriedade foi revelada, desmentiu que tivesse tomado a carona. Provada sua presença no vôo, a explicação foi outra: embarcara a convite de Genoino. Mentira: numa entrevista gravada, o ex-presidente do PT dissera que "fiz a viagem a convite dele". Depondo na CPI, em janeiro, Palocci disse o seguinte: "O PT (...) alugou um avião para fazer a viagem". Colnaghi desmentiu a lorota: "A referida aeronave (...) jamais foi locada a terceiros". Diante disso, o ministro avançou novamente na paciência alheia: "Recorri inadvertidamente à expressão alugou, sem me apegar à acepção estrita do termo". Há no Brasil 5,7 milhões de pessoas que moram em imóveis alugados. Palocci poderia ensiná-las a desapegar-se da "acepção estrita do termo", convertendo aluguel em boca-livre. Pena que não se possa acreditar no que vier a dizer". Então, por que as oposições continuam acreditando? E por que continuam blindando Palocci?” (Augusto de Franco, 12/02/06).

56 – “E porque ninguém mais comenta o pagamento pelo PT, de uma dívida trabalhista paga com o tal Fundo Partidário? Não seria o caso de uma investigação mais detalhada e uma representação contra o partido, cancelando o seu registro? Será que estão fazendo corpo mole ou a Polícia Federal está assoberbada com tantas denúncias que não sabe a qual dá mais importância?” (Carmem A. Paulino, 12/02/06).

57 – “Presidente que admite publicamente crime de prevaricação pode continuar a presidir um país? Partido que é flagrado cometendo graves crimes financeiros e eleitorais pode continuar a existir? Pra que ou quem serve a lei?” (Peninha, 12/02/06).

58 – “Com as investigações da CPI dos Correios, depoimentos do "nosso" Delúbio e quebras de sigilo bancário, provou-se o uso irregular de verbas oriundas do Fundo Partidário, o que se configura crime eleitoral. A oposição afirmou, por mais de um porta-voz, que iria representar junto ao Superior Tribunal Eleitoral para obter a suspensão do repasse ao PT de verbas do Fundo Partidário. Essa representação foi feita? Foi apreciada? Se a representação não foi apresentada, o que foi barganhado por ela?” (COP, 12/02/06).

59 – "Segundo nota divulgada na tarde deste domingo pelo Globo On line, em texto assinado pelo repórter Alan Gripp, o publicitário Duda Mendonça e sua sócia, Zilmar Silveira, foram indiciados pela Polícia Federal pelas acusações de evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Os indiciamentos, informa o texto, aconteceram no dia 2 de fevereiro, mas não foram divulgados. Os dois movimentaram dinheiro no exterior sem declarar à Receita Federal. Somente na conta aberta no nome da empresa off-shore Dusseldorf, nos Estados Unidos, Duda e Zilmar receberam R$ 10,5 milhões pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2002. Minha pergunta, Duda e Zilmar, não roubaram de ninguém, eles trabalharam e, para receber, receberam como quem contratou o serviço, pagou. Para quem era o trabalho deles? Se eles foram indiciados, por quê o chefe do mensalão que contratou o serviço deles, continua livre e solto, sem conseqüência nenhuma, agindo como o pai dos pobres, famintos. Não seria motivo de começar o processo de impeachment? Agora o que a tal de oposição de araque do Brasil irá fazer?” (Eny Seidel, 12/02/06).

60 – “Até junho, Dirceu irá três vezes aos Estados Unidos para fazer um curso intensivo de inglês. Ficará hospedado na casa de um amigo em Vienna, cidade próxima de Washington. O curso custará US$ 7 mil. Pois bem, se ele não trabalha, passou um tempão em Paris, agora rumo a USA, quem paga? O povo?” (Eny Seidel, 13/02/06).

61 – “E o caso dos dólares na cueca e de reais numa mala apreendidos no aeroporto com um assessor de deputado do PT? Por que o assessor não foi convocado pelas CPIs? O assessor está sendo investigado? Por que a oposição não lutou fortemente contra a absolvição do deputado pela Assembléia Legislativa de seu Estado? Tudo ficou por isso mesmo?” (Swamoro Songhay, 13/02/06).

62 – “Por que as CPI's só quebraram o sigilo dos saques das contas do Marcos Valério na agência do Banco Rural de Brasília? Não seria possível estarem usando agências em outras cidades (especialmente SP, RJ, ABC Paulista, Ribeirão Preto...) para distribuir o mensalão, já que a sócia do Duda Mendonça afirmou que a sua primeira "parcela" foi paga na agência de São Paulo?” (Fábio Bessa, 13/02/06).

63 – “Por que nunca se investigou a fundo se realmente foi o Bob-amigão-do-Dirceu quem sacou aquele dinheiro na conta do Marcos Valério?” (Fábio Bessa, 13/02/06).

64 – “A secretária da SMP&B, a da primeira entrevista, falou diversas vezes em Motoboy ou Officeboy entrando na empresa com pacotes de dinheiro e/ou cheques. A sócia do Marcos Valério disse porém que eles não usavam serviços de Motoboy ou Officeboy na empresa. Entretanto, aquele policial civil que trabalhou de "mula" do mensalão afirmou que esteve várias vezes na SMP&B levando e/ou trazendo dinheiro e que poderia reconhecer as pessoas e descrever o escritório da empresa. Será que não era dele a quem a secretária do Valério se referia? Por que não se investigou profundamente o mensalão via "mulas"? Por que será que a sócia do Valério se esforçou tanto em dizer que não conhecia o tal policial?” (Fábio Bessa, 13/02/06).

65 – “Não atenta contra o princípio da separação dos poderes a atitude de subserviência do senador Delcídio Amaral (PT/MS), presidente da CPI dos Correios, ao presidente Lula? Pois, a cada ameaça de providência na CPI dos Correios que virtualmente possa prejudicar o presidente da República, este como que "convoca" o referido senador ao Palácio do Planalto para, senão exigir uma espécie de prestação de contas, solicitar que providências daquela índole sejam terminantemente impedidas de prosperar. Exemplo: no dia seguinte após o relator da CPI, deputado Serraglio, dizer que pretendia "apenas" citar Lula no relatório final, apontando negligência, Lula se reunira com Delcídio cobrando deste uma reação. Que democracia é esta? Que investigação é esta? Que "poder fiscalizador" é este? Que autoridade moral tem aquele presidente de CPI, na medida em que aceita ver rebaixado o Poder Legislativo, casa do povo por excelência?” (Felipe Varella, 13/02/06).

66 – “Por que não chamaram mais a viúva do Toninho do PT para depor?” (Vânia, 13/02/06).

67 – “Também "ficou por isso mesmo", a história dos 5 milhões de dólares das FARC para a campanha de Lula em 2002?” (Mario, 14/02/06).

68 – “O ex-tesoureiro [Delúbio Soares, do PY] afirmou e reafirmou que repassava dinheiro para diretórios que, por sua vez, pagavam dívidas de campanha com fornecedores. As CPIs pediram a relação dos diretórios receptores? Obtiveram as relações? Chamaram os dirigentes a depor para comprovar os recebimentos e os pagamentos? E os fornecedores que alegadamente foram pagos? Foram identificados e chamados a comprovar os pagamentos com a apresentação de comprovantes dos serviços prestados e recibos atestando os pagamentos?” (Swamoro Songhay, 14/02/06).

69 – “Lula disse que “errar é humano”. Concordo, mas praticar a corrupção, comprar deputados (mensalão) com dinheiro sujo, apesar de infelizmente serem coisas dos “humanos”, não são crimes que devem ser punidos com o rigor das leis?” (Rodrigo Borges Campos Netto, 14/02/06).

70 – “E o dinheirinho que o filhinho do Lulla recebeu?” (Ângela, 14/02/06).

71 – “E o ‘1º irmão’? Vai ou não ser investigado?” (Vânia, 14/02/06).

72 – “O jornalista Elio Gaspari (Folha de S.Paulo, 01/01/06) escreveu: "Referindo-se às delinqüências-companheiras, 'nosso guia' disse o seguinte ao repórter Pedro Bial: 'Não interessa se foi A, B ou C. Todo o episódio foi uma facada nas minhas costas'. Há em Pindorama cerca de 350 mil pessoas encarceradas pela prática dos mais diversos delitos. Tudo o que eles querem é usufruir do carinho com que o jurisconsulto Lula protege seus correligionários: 'Não interessa se foi A, B ou C'." Pergunto: Quem é A, B e C? Não é obrigação legal de o presidente da República apontar os virtuais transgressores da lei, que ele sabe mais do que qualquer um? Há alguma justificativa moral e legal no fato de Lula, revestido do mais alto mandato público no País, esconder da Nação quem são A, B ou C, ainda que privados de amizade na vida privada? Se não há justificativa, por que não pesar a sanção legal e/ou política sobre os ombros do cidadão Lula? Ou possuirá ele mandato divino? Revogaram o crime de prevaricação? Revogaram o crime político da irresponsabilidade? Enfim, se Lula não tem a simples capacidade de nominar, mais do que "seus" traidores, os "traidores da Nação", qual capacidade lhe resta? Não haverá em nosso arcabouço jurídico alguma instância político-institucional suficiente a exigir formalmente de Lula uma satisfação? Se há tal instância, por que não a movimentam?” (Felipe Varella, 14/02/06).

73 – “Depois de escapar de depoimento na CPI dos Correios, o ex-procurador Aristides Junqueira nunca respondeu à comissão por que apareceu como beneficiário do valerioduto, como lembra o deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR). Por quê?” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 15/02/06).

74 – “Todos viram e ouviram, mas já esqueceram. Lula confessou ter escondido um caso de corrupção que lhe teria sido relatado pelo então presidente do BNDES, Carlos Lessa. Afinal, prevaricou (escondeu crime na administração pública)? Ou mentiu? Carlos Lessa disse que nunca havia dito aquilo para Lula. Então, não seria o caso de um processo por difamação (afinal, teria acusado, falsamente, todo o governo anterior de corrupto)?” (Mario, 15/02/06).

75 – “A recém escolhida lider do PT, Ideli Salvatti, é suspeita de uso do caixa 2 petista em Santa Catarina, e os outdoors que espalhou por todo o Estado não foram explicados até hoje. O preço que ela alega ter pago é ridículo. Ninguém vai investigar?” (Cris, 15/02/06).

76 – “José Dirceu colocou os pingos nos is? Se não, quando os porá? Lula e o PT acusam o governo anterior (FHC) de corrupção, negociatas nas privatizações e etc..., porque após mais de 3 anos de governo não criaram uma CPI ou CPMI para investigar isto?” (Carlos Duarte, 15/02/06).

77 – Para se formar um juízo de natureza política, próprio da esfera política estatal – da “alçada”, portanto, dos mandatários políticos (deputados, senadores, vereadores), - é NECESSÁRIA a emergência no processo do que se convenciona chamar de PROVA, seja de qual conteúdo constituir (testemunhal, documental etc.)? Ainda assim, não será uma PROVA um elemento um tanto quanto subjetivo, vez que ouvimos com freqüência a expressão “prova cabal”? “Juízo político” é diferente de “juízo judicial”? Se é, por que parcela considerável de mandatários políticos (além de parte da mídia e da própria opinião pública) arvoram-se, em seus singulares e intransferíveis juízos, em ritos e procedimentos próprios da esfera comum (judicial)? Collor foi condenado politicamente, mas não o foi judicialmente. Neste caso, a “política” errou? Se errou, por que não foi anistiado, ainda que simbolicamente? Um “conjunto de indícios” em dado processo pode constituir-se em elemento de convicção política?” (Felipe Varella, 15/02/06).

78 – “E os extratos do cartão da Primeira-dama e os vestidos recebidos como presente, ferindo legislação sobre recebimento de presentes? Por que os ex-deputados do Prona que vieram na cola do Enéas não foram chamados para explicar a "motivação" para troca de partido?” (Marcio, 15/02/06).

79 – “A assinatura falsa do presidente do PT! Não aconteceu nada ate agora?” (Paulo Camargo, 16/02/06).

80 – “Da coluna de Augusto Nunes [no Jornal do Brasil]: 1 - O procurador da Fazenda Glênio Guedes devolveu o brinde de R$ 1 milhão oferecido pelo Banco Rural? 2 - Cadê os R$ 2,6 milhões embolsados por Henrique Pizzolatto, diretor do Banco do Brasil? 3 - E onde andam os R$ 2,7 milhões embolsados por Manoel Severino dos Santos, vigarista que presidiu a Casa da Moeda? 4 - O PT vai honrar as dívidas contraídas pelo tesoureiro Delúbio Soares e seu parceiro Marcos Valério? Waldomiro Diniz continuará sem pingos nos is? 5 - Seguirão impunes os mandantes do assassinato de Celso Daniel? 6 - Quando serão repatriados os dólares escondidos no exterior por Duda Mendonça?” (Eny Seidel, 16/02/06).

81 – "Nosso" Delúbio foi indiciado em GO por abandono de cargo e peculato. Minha pergunta: se ele ficou anos sem trabalhar, recebendo como se o fizesse, por que só ele foi indiciado? A diretora da escola onde ele trabalhava, nunca deu falta dele nas salas de aula? A pessoa encarregada de mandar para a Secretaria da Educação a folha de freqüência dele, nunca percebeu que ele não assinava o ponto? Será que mais uma vez o Delúbio será o boi de piranha? Tem uma deputada do PT, pra variar, envolvida nesse rolo, não vai acontecer nada a ela?” (Eny Seidel, 16/02/06).

82 – [Perguntas:] 1 - Cartões corporativos do governo. Quando vamos saber, quanto e em que, eles gastam o NOSSO dinheiro? 2 - O ministro Paulo Bernardo ainda está ministro? Mesmo depois do depoimento da Soraya? 3 - E o estelionato eleitoral de Lula com a sua carta a população? 4 – E o estelionato midiático do Duda com aquele filme do Fome Zero feito num suposto assentamento que na realidade era uma fazenda produtiva privada?” (Peninha, 16/02/06).

83 – “Alguém lembra? Em junho de 2004 era noticiado: Marido da ministra do Meio-Ambiente é envolvido em escândalo de corrupção O mais novo escândalo envolvendo o governo Lula é protagonizado por Fábio Vaz de Lima, marido da Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. O Banco Mundial (Bird), que investe no projeto Reservas Extrativistas (Resex II), encontrou várias irregularidades na atuação de ONGs (organizações não-governamentais), entre elas, uma ligada ao marido de Marina. A entidade denunciada é parceira do Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), na qual Lima foi secretário-executivo. A ONG estaria servindo como fachada para receber madeira extraída ilegalmente?” (Wagner Pocci, 17/02/06).

84 – “Perguntas do site Videversus: Quem paga as contas de José Dirceu? Quem paga as viagens de José Dirceu? Quem sustenta Delúbio Soares? Quem paga o advogado de Delúbio Soares? De onde Waldomiro Diniz tira dinheiro para sobreviver? Quem paga as contas de Silvinho Land Rover Pereira? Quem paga as contas de Marcelo Sereno? Alguém sabe dizer onde eles trabalham?” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 17/02/06).

85 – “Falando em primeiro marido, me lembrei do marido da Marta Suplicy. Por onde anda a investigação sobre o envolvimento dele com dois nomes diferentes, na qual ele estava envolvido em envio e recebimento de dinheiro do exterior para o PT?” (Eny Seidel, 17/02/06).

86 – "Marisa da Silva devolveu ou doou as jóias recebidas na viagem ao Oriente Médio?" (Cris, 17/02/06).

87 – "As férias dos queridos amiguinhos do filhinho de Lula, em Brasília, foram pagas como? Foi em vôo de carreira, que eles chegaram e voltaram de lá? Ou foram de graça, pelo vôo da FAB?" (Cris, 17/02/06)

88 – "E o sigilo do Okamoto? Os membros da CPI afirmaram que iriam reapresentar o pedido de quebra de sigilo ao Supremo, corrigindo as falhas do primeiro pedido. Foi reapresentado?" (Pedro, 17/02/06).

89 – “Repercutiu no Congresso a prisão em Brasília de Eudo Lustosa Brasil (revelada no site claudiohumberto.com.br em 08/11/05). Foi flagrado com 6 kg de cocaína na bagagem. É petista de carteirinha, ativista do Centro dos Direitos Humanos do Acre e amigão do governador Jorge Viana (PT). Que fim levou?” (Wagner Pocci, 17/02/06).

90 – “Por que ele [Lula] não cumpriu a promessa de campanha de acabar com a CPMF em 2004?” (Fernando, 17/02/06).

91 – “Como está a investigação do superfaturamento da operação tapa-buraco? E as empresas que foram contratadas sem licitação, já foram demitidas?” (Eny Seidel, 17/02/06).

92 – "Veiculado pela TV Bandeirantes, o Jornal da Noite divulga gravações que apontam para uma tentativa de abafar as investigações sobre o assassinato do ex-prefeito de Santo André Celso Daniel, ocorrido em janeiro de 2002. Aparecem nas conversas o chefe de gabinete do presidente Lula, Gilberto Carvalho, e o empresário Sérgio Gomes da Silva, o Sombra - acusado pelo Ministério Público de ser o mandante do crime. As fitas reapareceriam meses depois em sessão da CPI dos Bingos, mostrando que o deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP), designado pelo PT para acompanhar o caso, teria orientado depoimentos de envolvidos. O deputado Luiz Eduardo Greenhalgh (PT-SP) não será indiciado por isso? E a namorada do Celso Daniel que está nessas fitas se fazendo de viúva sofrida, também irá se livrar disso?” (Eny Seidel, 17/02/06).

93 – “PSDB e PFL requerem ao Tribunal Superior Eleitoral a suspensão dos repasses do fundo partidário ao PT. A medida foi tomada após a confissão do ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares de que financiou as campanhas de 2004 de seu partido e de legendas da base aliada com caixa dois, em claro desrespeito à Lei Orgânica dos Partidos Políticos. Novo pedido é feito pelo senador Alvaro Dias (PR) no dia 20 de setembro. Dessa vez, por uso irregular do fundo partidário. Passagens aéreas e outras despesas de parentes de dirigentes do partido ou filiados à legenda, inclusive do presidente Lula e do ministro da Fazenda, Antonio Palocci, foram pagas com recursos públicos direcionados ao partido. O dinheiro foi usado até para a compra de pizzas. Por onde anda esse processo? Qual foi a resposta do TSE?” (Eny Seidel, 17/02/06).

94 – “Vocês se lembram de Romero Jucá (PMDB-RR), aquele das fazendas voadoras, vacas que voavam também? Por onde andam as investigações contra ele?” (Eny Seidel, 17/02/06).

95 – “Em março, dois meses depois das denúncias sobre as primeiras mortes de crianças indígenas por desnutrição no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul, a Câmara criou uma comissão externa para investigar o caso. Só naquele mês, seis crianças morreram de fome - foram 28 até junho. As mortes foram causadas por desvio de alimentos enviados aos indígenas e pelo despreparo da Funasa, responsável pelos programas de atendimento à saúde das comunidades. A deputada Thelma de Oliveira (MT), integrante da comisão, classificou a política indigenista de Lula de "desumana". E o que aconteceu depois? Alguém foi julgado, condenado?” (Eny Seidel, 17/02/06).

96 – “O Banco Popular, começou a operar em 2004. Naquele ano, o banco gastou R$ 29,7 milhões com propaganda e apenas R$ 21,3 milhões em créditos. Além disso, a instituição financeira contratou, sem licitação, consultoria da empresa do concunhado de Delúbio Soares. E por onde anda o pessoal que fez isso?” (Eny Seidel, 17/02/06).

97 – “Segundo notícia da Tribuna on line, Hélio Fernandes, Sábado, 22 de outubro de 2005, Auditoria do Tribunal de Contas da União revela que o governo Lula teve prejuízos de pelo menos R$ 15,6 milhões com serviços de publicidade contratados pela Secretaria de Comunicação (Secom) no período em que o petista Luiz Gushiken esteve à frente do órgão, responsável por toda a propaganda da administração federal. Os auditores descobriram que o governo pagou por produtos que não foram entregues e por serviços gráficos superfaturados. As principais irregularidades foram encontradas na impressão de revistas e cartilhas para divulgar as ações federais. Os auditores descobriram, por exemplo, que pelo menos 600 mil revistas e 600 mil encartes do balanço intitulado Anos de Governo Lula não foram distribuídos pela agência Duda Mendonça & Associados, titular de um dos contratos com a Secom. Somente neste caso, os técnicos do TCU estimaram que os prejuízos superaram os R$ 3 milhões. [Quais foram as providências tomadas?]” (Arthur, 17/02/06).

98 – “Lembram-se? Deu no Estadão de 15/09/05: "Auditores do TCU concluíram ontem em Curitiba um parecer recomendando uma devassa nos Consórcios Sociais da Juventude, programa custeado pelo Ministério do Trabalho que já consumiu R$ 73 milhões do ano passado para cá, caso o órgão confirme irregularidades apontada por eles. Baseando-se na investigação que fizeram no PR, onde os recursos do programa são controlados por uma ENTIDADE DIRIGIDA POR INTEGRANTES DO PT LOCAL, os auditores propõem que o TCU proíba o repasse das verbas para ONGs. O parecer chegará hoje às mãos do ministro relator do processo, Walton Alencar Rodrigues. Sob pretexto de capacitar 800 jovens para o programa Primeiro Emprego, o MT depositou quase R$ 2 milhões, entre dezembro e abril, numa conta da Fundação Estadual de Cidadania (FEC), QUE NÃO É NEM FUNDAÇÃO NEM ESTADUAL, MAS UMA ENTIDADE DIRIGIDA PELO TESOUREIRO DE CAMPANHA E POR UM ASSESSOR DE CAMPANHA DO DEPUTADO ESTADUAL ÂNGELO VANHONI, DO PT, CANDIDATO DERROTADO A PREFEITO DE CURITIBA EM 2004. [Quais foram as providências tomadas?]” (Wagner Pocci, 18/02/06).

99 – "[Pergunta elaborada a partir de mensagem do leitor Adél Feres, no Fórum dos Leitores do Estadão (copiado por Ana Maria Pacheco):] "Se a lista do valerioduto foi remetida ao STF, tão logo se constatou a existência nela de deputados federais, por que não se adotou o mesmo procedimento com a lista de Furnas, em face de estar incluídos na mesma, não só um enorme número de deputados federais, como também de senadores e governadores? [...] A lista não foi remetida porque o STF certamente mandaria sustar as investigações e arquivar o inquérito, uma vez que a mesma não tem autor comprovado por se tratar de uma fotocópia, fruto de uma montagem grosseira e criminosa, além de não ter nenhum denunciante assumido? E aqui vai mais uma pergunta: por que a PF não intima o sr. Nilton Monteiro a apresentar o original que diz possuir no prazo de 5 dias, sob pena de indiciá-lo pelos crimes de falsidade material e ideológica? [...] É concebível que se faça uma investigação sem um denunciante assumido com base num fato criminoso concreto? Como as notícias jornalísticas dizem que a investigação se dá a pedido do presidente Lula, podemos concluir que a PF se transformou nesse governo numa polícia política, a exemplo do que de pior ocorreu nos tempos da ditadura com os Deops?” (Adél Feres by Ana Maria Pacheco, postada por Augusto de Franco, 18/02/06).

100 – “Segundo o colunista Augusto Nunes, no Jornal do Brasil (18/09/05), os militantes petistas indicados por parentes “têm conseguido sobreviver à erosão do prestígio dos padrinhos. Sílvio Pereira foi afastado da Secretaria Geral do PT (e do volante do Land Rover). A irmã, Analice Novaes Pereira, continua na direção do Ibama em São Paulo... A principal auxiliar de Analice é Cristiane Leonel, chefe da Divisão da Fauna. Incapaz de distinguir um lobo-guará de um gato angorá, chegou lá por ser cunhada de Luiz Gushiken... Contentes com a preservação dos gabinetes, as duas vêm presenteando ricaços amigos com aves raras”. [Pergunta introduzida por Antonio Fernandes: alguma providência foi tomada para coibir esse nepotismo ou “nepetismo”?]” (Valter Costa, 17/02/06)

101 – “Segundo noticiou O Globo (02/01/06), a ONG Contas Abertas, “criada para fiscalizar o gasto do dinheiro público... fez um balanço mostrando que de janeiro até 29 de dezembro de 2005, as despesas com festas e publicidade de ações oficiais do governo Lula chegaram a R$ 8,6 milhões. O levantamento foi feito com dados do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi). O valor é superior às despesas com o programa de prevenção para emergências e desastres, que gastou R$ 2,3 milhões para obras como contenção de encostas, canalização de córregos e desobstrução de galerias. Outro dado que chama a atenção da ONG é o gasto de R$ 557,9 milhões com viagens e R$ 1,12 bilhão com diárias para servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário. Até 10 de dezembro de 2005, os números mostram que a União gastou em publicidade R$ 230 milhões. Do total, foram destinados R$ 94 milhões para promover as ações do próprio governo. O resto foi gasto em publicidade institucional dos três poderes”. [Perguntas: qual foi o destino de tais recursos? Quem está investigando isso?]” (Wagner Pocci, 17/02/06).

102 – “Por que o governo federal, por meio da Caixa Econômica Federal, foi fechar convênio para a concessão de empréstimos com juros facilitados aos aposentados – o chamado crédito consignado – com o BMG (Banco de Minas Gerais), antes de todos os outros bancos? Um negócio, diga-se, com lucro na casa das centenas de milhões de reais! Logo com o BMG!!! Sim, aquele mesmo banco que tinha (tem ainda?) uma relação muita estreita com o PT, concedendo-lhe por exemplo mais de um empréstimo, avalizado por ninguém menos que Marcos Valério! Empréstimos esses que, dizem, seriam (foram) "quitados" de maneira mais do que heterodoxa! Não será muita coincidência a escolha desse banco (logo ele!) para atender os aposentados, excluindo todos os outros, talvez até com uma estrutura melhor, mais capilarizada, de atendimento aos aposentados?” (Felipe Varella, 18/02/06).

103 – “Qual a cifra mesmo que circulou por fora na oficialização do contrato entre a Caixa Econômica Federal e a GTECH, aquela empresa especialista em loterias? 500 milhões de reais? 600 milhões? O nome disso não é suborno, propina, achaque, extorsão? E esse dinheiro, que não é pouco, foi para onde mesmo, dado que um dos intermediários do "negócio" foi Waldomiro Diniz (além de Buratti), aquele mesmo da gravação com Carlinhos Cachoeira e ex-número 2 da Casa Civil, braço direito de José Dirceu, além de negociador-mor do Planalto no Congresso (até fevereiro de 2004), portanto, no período dourado do suposto mensalão? Repetindo, para onde foi o dinheiro? Para o Erário? Para um casa de caridade? Para o Criança Esperança? Para o Fome Zero? Ou para a África sub-saariana, para auxílio no combate à aids? Qual o destino? Deixei de falar algum?” (Felipe Varella, 18/02/06).

104 – “A reforma do apartamento da família imperial em São Bernardo, quem pagou? Quem comprou o apartamento e pagou? Me lembrei também do lote da família, lote que esteve envolvido em um negócio meio sujo, ninguém investigou isso?” (Eny Seidel, 18/02/06).

105 – “Segundo o jornal Correio da Bahia (21/07/05), o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL) apresentou ontem três requerimentos à mesa diretora do Senado com pedido de informações ao governo federal sobre os negócios realizados pela Telemar, concessionária de serviço público de telecomunicações, com as empresas que têm como sócio Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, entre elas a Gamecorp e BR4. Esses requerimentos foram atendidos?” (Paulo Camargo, 18/02/06).

106 – “E o caso Cipriani, Transbrasil, Emparsanco, apartamento de São Bernardo? Esta Emparsanco realiza obras para as administrações petistas em todo o país. Não há uma grande obra a região do ABC que não tenha sido feita por esta construtora. Como foram feitas as licitações destas obras?” (Vinci, 18/02/06).

107 – “O sr.Trevisan , do Conselho de Ética do Governo, foi o intermediário do negócio com a Telemar. Qual foi a comissão ? A Trevisan intermediou outros negócios entre petistas e empresas privadas?” (n.azevedo, 18/02/06).

108 – “Por que a estrela vermelha do PT ainda não foi desmanchada do Palácio da Alvorada?” (João Ricardo, 18/02/06).

109 – “Lembram da cartilha do "Politicamente correto"? Alguém foi responsabilizado por mais esta malversação do dinheiro público? Quem paga o prejuízo? Nós?” (Peninha, 18/02/06).

110 – “O caso que envolveria o irmão do ministro Antonio Palocci (Fazenda), Ademar Palocci, está parado porque deputado Carlos Willian (PTC-MG) não consegue aprovar o requerimento de convocação. Quem estaria barrando essa convocação?” (Eny Seidel, 18/02/06).

111 – "O governo Lula gastou 40% a mais com serviços e materiais de caráter secreto ou reservado, em 2005. Foram desembolsados R$ 18,3 milhões com essas ações classificadas por lei como de interesse da segurança do Estado e da manutenção da ordem política e social. O aumento é referente não só ao ano de 2004, como também supera a média dos últimos dez anos, que ficou em torno de R$ 11 milhões, em valores reais”. Quem está investigando isso? Não seria esses gastos mais uma fonte de dinheiro para pagar os mensaleiros?” (Eny Seidel, 18/02/06).

112 – “A Operação tapa Buraco foi feita sem licitação e , em muitos casos, sem contrato. Alguns "consertos" já foram por água abaixo. Sabe-se que o custo de quilometro chegou a custar o dobro do normal. Pode não parecer, mas é um caso muito grave de malversação do dinheiro público, com fins eleitoreiros. Vai ficar por isso? Estes contratos ou as obras sem contratos não teriam sido usados para a formação de caixa de campanha?” (Cris Azevedo, 19/02/06)

113 – “E aquela denúncia do Jefferson, amplamente confirmada, de uma triangulação que renderia uma comissão milionária envolvendo o banco português Espírito Santo, o IRB e Marcos Valério? A grana da negociata seria dividida entre o PT e o PTB. A turma fez várias viagens a Lisboa. É só recuperar o depoimento de Jefferson à CPI dos Correios e o Estadão, que noticiou em manchete a patifaria. O negócio só não prosperou porque o Banco Espírito Santo intuiu - fazendo jus ao nome... - que era uma fria e que haveria risco de um grande escândalo. E tirou o time”. [Em que pé está essa investigação?] (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 19/02/06).

114 – “Ainda nem se sabe das "investigações" Lulinha-Telemar e o caso retorna às manchetes de jornais acrescido por grossas suspeitas e surpreendentes informações. A oposição descobriu que a Telemar, uma concessionária de serviços públicos, já havia feito um aporte de R$ 5 milhões na empresa de Lulinha, como Fábio é chamado, continuou a despejar milhares de reais no negócio. Na forma de patrocínios e produção para programas de TV da Gamecorp do primeiro-filho, a Telemar está injetando R$ 415,75 mil por mês na empreitada, segundo o jornal Folha de S.Paulo. Por ano, dá R$ 4,989 milhões. Os números são da própria Telemar e representam 20% do que a empresa gasta, por exemplo, com patrocínios e produções na Rede Globo. Nada mau... pro Lulinha, claro! Mas como é que fica?” (Valter Costa, 19/02/06).

115 – “Por que abafaram a descoberta de que o novo marqueteiro de Lula - João Santana, ex-sócio de Duda Mendonça - também recebeu, no mínimo, mais de 500 mil dólares em contas no exterior? É dinheiro "não contabilizado", que chegou a ele pelas mesmas contas clandestinas de Duda e que configura evasão de divisas e lavagem de dinheiro” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 19/02/06).

116 – “Que tipo de ameaça (ou "negociação") fez Duda Mendonça a Lula para manter as milionárias contas publicitárias que sua agência detém na Petrobrás e no Ministério de Saúde? Em breve, Duda ganhará uma fortuna de comissão - dinheiro público - por conta da megacampanha da Petrobrás sobre a auto-suficiência em petróleo. Por que o Ministério Público não agiu para forçar a rescisão das contas de Duda com o governo e a estatal?” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 19/02/06).

117 – “Ninguém está achando estranho essa súbita hiperatividade governamental, a saber: a)abertura de processo contra Edyr Macedo, dono da Igreja Universal, da Rede Record e do novo partido do vice, José Alencar, e potencial aliado de Lula por meio do "bispo" Marcello Crivella, sobrinho de Edyr e candidato ao governo do Rio? b) e a ofensiva contra todos os grandes bancos do país, segundo manchete da Folha de S. Paulo de hoje: "PF vai indiciar 18 bancos suspeitos de remessa ilegal"? Nada mau ficar com o rabo preso de toda essa turma da pesada, em pleno ano eleitoral... Na minha terra, isso tem nome” (Ana Maria Pacheco Lopes de Almeida, 19/02/06).

118 – “O telefone celular de número (61) 8111-7197 é registrado em nome da Presidência da República. Oficialmente, o aparelho fica nas mãos de Ademirson Ariovaldo, secretário particular de Palocci há mais de 15 anos. A conta telefônica revela troca de telefonemas, durante o expediente, entre Ademirson e uma turma da pesada – figuras investigadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público por supostamente saquearem cofres sustentados pelos contribuintes. Novos dados da quebra de sigilo telefônico de Ademirson revelam telefonemas de outros personagens como o ex-executivo do grupo Leão Leão Marcelo Franzine (investigado pelo Ministério Público por fraudes em licitações), o lobista do mercado financeiro carioca Carlos Eduardo Valente, ligado ao Banco Prosper, e os empresários José Roberto Colnaghi. E Palocci, continua inocente nesse turbilhão de roubos aos cofres públicos, com aquela cara de inocente, rindo de todos os brasileiros?” (Eny Seidel, 19/02/06).

119 – “E quanto ao caso do envolvimento do PT, por seus filiados, dirigentes e políticos regionais (alguns com mandato federal), com a extração ilegal de madeira na Floresta Amâzônica? Esquema em que petistas incrustados na máquina estatal extorquiam dinheiro de empresários madeireiros, clandestinos ou não, para o livre desenvolvimento do negócio ilegal? Em qual nível está a investigação? Qual o resultado prático da CPI que investigou isso no Congresso? A proteção do meio ambiente não era uma das bandeiras político-programáticas do PT? Ou esse foi mais um caso em que filiados cometeram "erros localizados"? Se assim o foi, esses filiados foram expulsos da legenda? E as madeireiras que participaram do esquema? Continuam atuando?” (Felipe Varella, 19/02/06).

120 – “A partir de matéria publicada anteontem no site do Diego Casagrande, pergunto: por que a CPI do Mensalão desconsiderou a declaração feita pelo presidente do PL, Valdemar Costa Neto, de que o ex-ministro das Comunicações, o deputado Eunício Oliveira (PMDB-CE), teria se beneficiado de recursos do "valerioduto"? O caso nunca foi investigado?” (Augusto de Franco, 19/02/06).

121 – “Outra pergunta (inspirada pela mesma notícia do site do Diego Casagrande, citada acima): por que o deputado Gonzaga Patriota (PSB-PE) passou ileso no escândalo que derrubou o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti? Patriota seria o intermediador entre Severino e o empresário Sebastião Buani. Nas conversas, ficou acertado que Buani pagaria propina a Severino para manter aberto seu restaurante na Câmara. Patriota teria ainda recebido parte dos recursos. Por que as CPIs e o Conselho de Ética não investigaram isso?” (Augusto de Franco, 19/02/06).

122 – “Mais uma pergunta inspirada na mesma notícia acima: por que o caso Coteminas, investigado na CPI dos Correios, foi abandonado? A empresa recebeu R$ 1 milhão por camisas entregues para a campanha de 2004. O dinheiro teria como origem as contas do empresário mineiro Marcos Valério Fernandes de Souza. O inquérito foi iniciado pela Polícia Federal, porém a CPI não o levou adiante. Por que?” (Augusto de Franco, 19/02/06).

123 – “Alguém sabe? Em meados de 2005 noticiava-se que a ministra Marina Silva, do Meio Ambiente, encontrava-se na berlinda, por conta do repasse de verbas oficiais para as ONG do setor. Neste sentido, o TCU estaria devassando diversos convênios firmados por sua pasta. Os recursos envolvidos em suspeita de fraude chegariam a R$ 25 milhões. O que deu a "devassa"?” (Wagner Pocci, 19/02/06).

124 – “Quem pagou os 300.000,00 dos advogados do Delúbio e os honorários do Aristides Junqueira?” (Vânia, 20/02/06).

125 – “Ainda na série “Lula sabia?” [da corrupção institucionalizada em seu governo], cabe trazer a seguir uma particular impressão do jornalista Jânio de Freitas (Folha de S.Paulo, 12/02/06; grifo meu), na esteira do caso ‘Furnas’: “Roberto Jefferson diz que José Dirceu lhe propôs destinar ao PTB R$ 1,5 milhão por mês, dos R$ 4 milhões coletadas por Furnas entre os seus fornecedores. O acordo teria sido fechado por Dimas Toledo em visita à casa de Jefferson, cuja narrativa seguiu assim: ‘Foi quando Lula deu pra trás’. [segundo Jefferson, dissera Lula:] ‘Não, esse cara [Dimas Toledo] é um traidor. Ele é tucano. Botamos R$ 1,5 milhão na Cemig, para o programa Luz para Todos nas favelas e ele só botou placa do Aécio’. O QUE ESTÁ IMPLÍCITO NA DESCRIÇÃO FEITA POR JEFFERSON É O CONHECIMENTO DO ESQUEMA ILEGAL POR LULA, NA CONDIÇÃO DE PALAVRA FINAL E DECISIVA. A descrição faz depreender também que, não fosse a omissão em uma placa, o acordo seria aprovado. Lula não ‘daria pra trás’ como não ‘deu para trás’ se, em outra afirmação de Jefferson, a verba mensal já existia e até então ficava para o PT e um grupo seleto deputados de outros partidos. O ‘homem inocente’ dos depoimentos iniciais de Jefferson, do qual José Dirceu devia afastar-se para não o comprometer, já havia desaparecido em suas narrativas subseqüentes. Mas o recente envolvimento de Lula diferencia-se dos anteriores: tem verossimilhança dada por uma corrente de fatos comprováveis. A propaganda do programa existiu. Fosse ou não para beneficiar o governador Aécio Neves, nela não foi incluída referência à contribuição federal. Lula ficou indignado com a omissão, a ponto de mencioná-la em público como traição ou injustiça ao governo federal. E houve de fato vasta movimentação para manter no cargo o ameaçado diretor de Furnas. PERGUNTO: alguém ainda acredita que Lula foi traído? Ou melhor: alguém ainda acredita que Lula é santo?” (Felipe Varella, 20/02/06).

126 – Faço minha a pergunta formulada pelo jornalista Jânio de Freitas (Folha de S.Paulo, 12/02/06): “Insatisfeito com votos dados no Supremo Tribunal Federal por um dos nomeados em seu mandato, Lula quis entrevistar os três finalistas à ocupação da vaga existente no tribunal. Dada a dupla exigência de que candidatos ao Supremo apresentem ‘elevado saber jurídico e reputação pessoal e profissional ilibada’, que teste terá feito Lula para avaliar a posse das condições exigidas e, com isso, dar às entrevistas a única justificação ética possível?” (Felipe Varella, 20/02/06).

127 – "Polícia confirma que PT falsificou a assinatura de Tarso. Um laudo do Instituto de Criminalística da Polícia Civil do Distrito Federal confirmou que o PT falsificou a assinatura do seu próprio presidente para fazer uma representação contra o deputado Onyx Loreonzoni (PFL-RS) no Conselho de Ética da Câmara no fim do ano passado... O laudo, de doze páginas, é assinado pelas peritas Ivete Silva Rocha e Albaniza Montenegro. Elas concluíram que “as assinaturas são falsas e obtidas por processo de imitação”... O laudo foi feito a pedido do Conselho de Ética" (cf. http://www.primeiraleitura.com.br/auto/index.php em 20/02/06). Se um estelionatário pobre falsificar assinatura a polícia "prende e arrebenta". E o responsável por isso, presidente do PT na ocasião, que tem nome e endereço, vai ficar livre? (right, 20/02/06).

128 – “Qual é a punição para um partido que apresenta uma representação falsificada?” (Cris, 20/02/06).

129 – A Polícia Federal concluiu que o PT de Cuiabá (MT) usou caixa dois na campanha eleitoral de 2004, informa a Folha Online. O inquérito teria constatado que gastos com gráficas e vídeos de ao menos R$ 3,5 milhões não-declarados à Justiça Eleitoral. Alexandre Cesar, candidato do PT a prefeito da cidade, que perdeu a eleição, responsabilizou o ex-tesoureiro do partido Delúbio Soares por “um erro contábil”." Por que o registro do PT ainda não foi cassado, com todas as falcatruas já levantadas?” (Right, 21/02/06).

130 – “E a Benedita, restituiu o dinheiro gasto com suas viagens irregulares no primeiro ano do governo Lula?” (Márcio, 21/02/06).

131 – “E o filho do Zé Dirceu, que teve as portas do governo abertas as suas vindas à Brasília, Não será investigado? Não houve tráfico de influência?” (Marcio, 21/02/06).

132 – “Nada mais foi dito pela imprensa, sobre o irmão do Apedeuta, o "Vavá", que estava dando uma de lobista, e cobrando muito bem!” (Luciano, 21/02/06).

133 – “A jornalista Liliana Pinheiro relembra-nos (Primeira Leitura, 01/02/06) de um dos primeiros amigos de Lula a se envolver com negócios escusos no governo deste. Trata-se do empresário Mauro Dutra. Vejamos o texto da jornalista: “(...) parceiro de mais de 10 pescarias com o presidente. Ele foi investigado porque presidia a ONG Ágora, que estava entre as preferidas do Ministério do Trabalho para receber verbas do Programa Primeiro Emprego. O Ministério Público encontrou, nas prestações de contas sobre o uso de dinheiro público da ONG, 54 notas fiscais frias e 33 de empresas fantasmas, algo em torno de R$ 900 mil em valores do início de 2004.” Pergunto: a relação de amizade entre Lula e Mauro Dutra influenciou na contratação do serviço referido? Como está a apuração deste caso? O senhor Mauro Dutra já foi indiciado?” (Felipe Varella, 21/02/06).

134 – “Mais uma lembrança trazida pela jornalista Liliana Pinheiro (Primeira Leitura, 01/02/06), em artigo que procura desvendar o porquê de tantas menções na mídia ao termo 'amigo de Lula': “(...) deparei-me com o mal explicado caso que envolve o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP), este um companheiro dos tempos em que o presidente era sindicalista no ABC. Quando vereador em São Paulo, era no gabinete de Devanir que se contavam dólares do caixa dois do PT, segundo denúncia do doleiro Toninho da Barcelona na CPI dos Correios, ainda carente de comprovação, mas esquecida na pilha de transcrições de depoimentos comprometedores.” Pergunto: o Ministério Público está agindo? E a Polícia Federal?” (Felipe Varella, 21/02/06).

135 – “O jornalista Sebastião Nery revela em sua coluna diária (Tribuna da Imprensa, 21/02/06): "Como se diz lá na Bahia, o governo caiu mesmo na zona. A insuspeita e oficiosa revista Época publica uma notícia que é uma CPI compulsória: 'O presidente quer informações precisas de Delubio sobre o que foi combinado com Marcos Valerio e sobre quais novas frentes (sic) de corrupção podem vazar para a imprensa. Época teve acesso a uma das confidências de Delubio: o PT receberia doações de empreiteiras caso o Ministério dos Transportes pagasse uma pendência de R$ 2,1 bilhões, herdada do governo FHC. O governo Lula realmente quitou a conta (sic) e até mesmo o balanço oficial do PT de 2004 revela a doação de R$ 12,9 milhões pelas empreiteiras'. Pagou, levou. E Lula repetindo o cinismo de que nunca sabe de nada." Pergunto: Esta suspeita procede? Pela informação, a doação foi contabilizada, não havendo, portanto, caixa 2. Ainda assim, há alguma maneira capaz de se descobrir a ligação espúria entre a doação ao PT e o pagamento oficial às empreiteiras?” (Felipe Varella, 21/02/06).

 

© todos os artigos deste site podem ser reproduzidos desde que sejam citados o autor e a fonte.